Veja os resultados das Quartas de Final
Oficialmente as Quartas de Final do CrossFit Games chegaram ao fim. A partir desse ponto, os atletas aptos para as semifinais já começam a se preparar para tentar a tão sonhada vaga para o CrossFit Games 2026. Contudo, vale ressaltar que muitas das semifinais já tem os atletas que irão competir. Sendo assim, os que não se encaixarem em nenhuma semifinal presencial, ainda poderá fazer mão da semifinal online.
Com isso, no nível mundial tivemos, no feminino, uma trinca americana de peso como as grandes campeãs. No topo, Kyra Milligan liderou com autoridade. Mesmo sem dominar todos os workouts, Kyra garantiu colocações sólidas e ainda cravou um 1º lugar com tempo impressionante de 4:01 em um dos workouts. Logo atrás, Arielle Loewen aparece como um contraponto interessante. Outro nome que chama atenção é Danielle Brandon. Conhecida pelo estilo agressivo e intensidade acima da média, Dani apresentou uma performance sólida. Mas sem o brilho dominante que muitos esperavam. Na sequência, a europeia Lucy Campbell reforça a força do continente fora dos Estados Unidos. Por fim, a jovem Lucy McGonigle
No masculino, quem aparece na frente é Austin Hatfield. E não é por acaso. Hatfield talvez seja o melhor exemplo do que significa competir. Dois top 5, um top 10 e apenas uma queda mais significativa (19º) mostram um atleta completo e, principalmente, confiável. Em um formato onde cada ponto importa, ele joga o jogo certo. Logo atrás, Jeffrey Adler mantém sua identidade competitiva: sólido, técnico e difícil de bater quando encontra seu ritmo. Na sequência, Saxon Panchik reforça a tradição da família Panchik dentro do esporte. Aliás, falando em Panchik, Spencer Panchik segue uma linha semelhante, mas com um detalhe interessante: ele tem um dos melhores resultados individuais entre os cinco, com um 4º lugar e tempo abaixo dos 4 minutos.

Os campeões das Quartas de Final da América do Sul
No topo da categoria feminina das Quartas de Final, Caroline Ferreira entregou uma das performances mais completas desta fase. Ela não apenas venceu dois eventos, como também evitou qualquer queda significativa. Seu pior resultado foi um 3º lugar. Logo atrás, Kilya Pafian Marchant surge como uma das atletas mais perigosas da região. A chilena mistura agressividade com capacidade de recuperação, algo evidente ao conquistar um 1º lugar e ainda se manter dentro do top 7 nos outros testes. Na terceira posição, Lucia Viretti conseguiu uma ótima consistência. Sem vitórias, mas com três resultados dentro do top 3. Emily Andrade aparece logo na sequência, mantendo regularidade dentro do top 10. Já Agustina Haag sofreu com um início mais pesado (23º), mas reagiu bem nos eventos seguintes.
Já o masculino, Martin Fuentes venceu, mas sem margem confortável. O chileno construiu sua campanha com inteligência: três resultados dentro do top 6 e uma vitória dominante em um dos workouts. Logo atrás, o também chileno Benjamin Gutierrez apresentou talvez o maior teto de performance entre os cinco. Ele venceu um evento e ficou no top 5 em outros dois, mas um 16º lugar que pesou. Na terceira colocação, Agustin Richelme mostra um perfil interessante: ele conquista um 1º e um 2º lugar. O único brasileiro no Top 5 foi João Pedro Barcelos que combinando consistência com bons picos de performance. Fechando o top 5, Esteban Carvallo.
