Seletiva Sorocaba II, veja quem garantiu a vaga
A penúltima Seletiva do TCB aconteceu no último final de semana, a Seletiva Sorocaba II. A competição aconteceu exatamente no mesmo local da disputa da semana passada e trouxe mais nomes para a grande final. Aliás, nomes fortes do cenário, como o maior campeão do TCB, Anderon Primo, que além de competir, já garantiu a sua vaga para a grande final. Porém não só ele, tivemos nomes fortes que vem se destacando no cenário como Thays França e a teens elite, Ana Laura Cattai.
Mais uma vez a seletiva trouxe uma verdadeira guerra dentro da arena entre os atletas que não ficaram com as pontuais sempre bem próximas, nenhum competidor conseguiu colocar grandes diferenças de quem vinha atrás. O que demonstra a qualidade que estamos tendo dos atletas que estão cada vez mais completos e parelhos. Nesse quesito, destaque para a categoria feminina que trouxe um leaderboard com um placar bem acirrado com no máximo 5 ponto de diferença entre uma atleta e outra, além de empate entre algumas colocações, exigindo o uso do “critério do desempate”. Porém, como falamos nas outras reportagens sobre as seletivas anteriores, o cerco e o tempo para as provas estão cada vez mais difíceis. Então, quem estiver inscrito para a última seletiva que acontece em São José, no sul do país, precisará estar preparado para a mais difícil seletiva.
Consistência define a liderança feminina
A categoria Elite Feminino entregou uma disputa estratégica do início ao fim. Embora cada prova tenha exigido capacidades diferentes, Thays França construiu sua vitória com consistência e inteligência competitiva. Ela somou 31 pontos, terminou entre as primeiras em praticamente todos os testes e, sobretudo, evitou oscilações que poderiam comprometer sua campanha. Além disso, venceu a Prova 1 e manteve um ritmo sólido nas demais baterias, o que consolidou sua liderança geral. Enquanto isso, a disputa pelas posições seguintes ficou muito mais apertada. Cakes Martinez, vice-campeã com 37 pontos, cresceu ao longo da competição e mostrou eficiência principalmente na Prova 3A, onde conquistou uma colocação decisiva. Aliás, estipulando novas pontuações ao quebrar dois recordes nas provas 2B com o tempo de 10:01 e prova 4 com o tempo de 07:51.
Por outro lado, Ana Laura Cattai, terceira colocada com 50 pontos, alternou desempenhos muito fortes com resultados mais discretos. Ainda assim, apresentou recuperação importante em provas intermediárias e conseguiu sustentar presença no top 3. Logo atrás, Carolina Figueira e Carolina Garcia Cavalheiro Campos travaram uma batalha intensa até o encerramento da competição. Apesar de momentos competitivos relevantes, ambas sofreram com variações de rendimento, fator que pesou diretamente na classificação final. Portanto, a Elite Feminino premiou a regularidade. Mais do que vitórias isoladas, a competição valorizou quem conseguiu administrar o desgaste e manter desempenho competitivo em diferentes estímulos. Dessa forma, Thays França transformou estabilidade em título e confirmou sua força na categoria.
Disputa equilibrada no masculino
Na Elite Masculino, a competição apresentou um cenário de alto equilíbrio nas primeiras colocações, embora João Kupper tenha assumido o protagonismo ao longo das provas. O campeão fechou o evento com 37 pontos, resultado construído principalmente pela constância. Mesmo sem dominar todas as baterias, ele permaneceu competitivo em praticamente todos os desafios e evitou quedas bruscas de desempenho, aspecto determinante em rankings acumulativos.
Ao mesmo tempo, Anderon Primo de Souza, segundo colocado com 39 pontos, pressionou diretamente a liderança. Sua campanha ganhou força por conta do excelente desempenho em provas específicas, especialmente na Prova 2A, onde conquistou resultado importante. Entretanto, pequenas perdas em momentos decisivos impediram a ultrapassagem na classificação geral. Além disso, a luta pelo restante do top 5 trouxe um panorama distinto. Victor Amancio de Oliveira, terceiro com 47 pontos, demonstrou capacidade de recuperação durante o campeonato e permaneceu consistente nas provas finais. Já Willian Dal Pogeto, quarto colocado, apresentou estabilidade, embora não tenha conseguido converter regularidade em resultados de topo nas provas mais decisivas.
Por fim, Bruno Massaki Kacuta encerrou a competição na quinta posição após um campeonato de altos e baixos. Apesar disso, conseguiu responder bem em momentos específicos e permaneceu competitivo até o encerramento. Assim, a Elite Masculino reforçou um padrão claro: consistência pesou mais do que atuações isoladas. Consequentemente, João Kupper administrou bem os desafios, somou resultados sólidos e confirmou o título com autoridade.
Os times da Seletiva Sorocaba II
A categoria Times Misto apresentou uma competição intensa e marcada pelo equilíbrio entre desempenho técnico, estratégia e consistência coletiva. Embora diferentes provas tenham exigido capacidades específicas, a equipe MADE4 CROSSFIT I encontrou regularidade ao longo do campeonato e transformou eficiência em título. Com apenas 13 pontos, o time administrou bem os desafios, venceu provas decisivas e, sobretudo, evitou oscilações que poderiam comprometer a liderança.
Desde o início, a equipe mostrou força competitiva. Apesar de terminar a Prova 1 na segunda posição, respondeu imediatamente com vitória na Prova 2A e manteve rendimento sólido até o encerramento. Além disso, apresentou domínio na Prova 3 – Feminino e confirmou a campanha consistente ao vencer a Prova 4, resultado que consolidou a primeira colocação geral. Enquanto isso, a CROSSFIT IN SHORE permaneceu próxima da liderança durante grande parte do evento. A equipe encerrou a disputa com 17 pontos após abrir a competição com vitória na Prova 1 e manter boa estabilidade nas demais baterias. No entanto, embora tenha permanecido competitiva, perdeu pontos importantes em provas intermediárias, fator que dificultou a busca pelo topo do pódio.
Por outro lado, a SOREN SOUL DRAGONS protagonizou uma recuperação expressiva. Mesmo começando com uma colocação mais distante na Prova 1, respondeu rapidamente ao vencer a Prova 2B e a Prova 3 – Masculino. Ainda assim, o desempenho inicial pesou na classificação final, embora a equipe tenha garantido um forte terceiro lugar com 20 pontos. Além disso, ZERO 3 PRO II e CROSSFIT 1200 completaram o top 5 após campanhas de altos e baixos. Apesar de momentos competitivos importantes, ambas as equipes sofreram com variações entre as provas, o que impactou diretamente a disputa por posições mais altas. Assim, a categoria Times Misto deixou clara uma tendência: equipes consistentes e equilibradas conseguiram transformar desempenho coletivo em vantagem competitiva.
Teens
No Teen Feminino, Danielle da Rosa Piemontez conquistou o topo da classificação após apresentar grande regularidade em diferentes formatos de prova. Logo na abertura da competição, ela assumiu protagonismo ao registrar excelente desempenho nas baterias de velocidade e resistência. Enquanto isso, Clarice Gabrielly e Sara Sathler Gonçalves mantiveram uma disputa equilibrada pelas posições seguintes, elevando ainda mais o nível da categoria. Por consequência, o pódio feminino foi definido apenas após as últimas provas.
Ao mesmo tempo, o Teen 16-17 Masculino contou com uma atuação dominante de Leonardo Cruz. O atleta venceu praticamente todas as provas e confirmou sua superioridade técnica durante o campeonato. Além da velocidade nas baterias de condicionamento, Leonardo impressionou nas provas de força e sustentou excelente consistência até o encerramento da competição. Enquanto isso, Alexandre Gomes e Cauã Lima protagonizaram uma disputa intensa pelas posições restantes do pódio, demonstrando resistência e grande capacidade de adaptação.
Já no Teen SUB 15 Masculino, Ethan Matias Jara Ferrao confirmou seu favoritismo ao liderar a competição com atuações sólidas em praticamente todas as provas. Além disso, Felipe de Souza Melo e Calebe de Almeida Ribeiro Durvalino mantiveram forte intensidade competitiva ao longo do evento, principalmente nas baterias de velocidade e endurance. Dessa maneira, a categoria encerrou a competição com disputas equilibradas e performances que reforçaram o potencial da nova geração do esporte.
Masters na Seletiva Sorocaba
A categoria Master 35-39 temos no feminino Jéssica Lopes, Hanna Íris, Thalita Cabral, já no masculino tivemos Caio Moysés, Ricardo Sartori, Renan Estevam. No Master 40-44 temos entre as mulheres temos Danieli Hernandes, Chris Morfin, Pollyanna Bezerra. Para os homens os nomes de Chiquinho Javier, Moisés Medeiros e Julio Castro.
Seguindo, no Master 45-49 tivemos no feminino tivemos Flávia Corrêa, Lucia Gabarra e Renata Negreiros. Para o masculino os nomes foram: Edmilson de Campos, Marcelo Oliveira e Celso Antônio. Para a categoria 50-54 tivemos apenas masculino, Gledson Soares, Rodrigo Vieira e Marco Antônio. Então, encerrando a categoria master feminino da Seletiva Rio com 50+ tivemos Alejandra Lacerda, Renata Marconi e Kelly Karina. Enquanto para o masculino tivemos Master 55+ com Neto Junqueira, Suziney Silva e Rubens Santos.
